Mais livros…

Acabei de ler The Lost World em meados de dezembro. O livro é muito bom e mostra que o filme seria melhor se fosse baseado nele. Não há Tiranossaurus Rex em San Diego, não há todo aquele exército na ilha Sorna (se não me engano, apenas 13 pessoas pisam na ilha), há muito suspense (do meio para o final do livro) e bastante papo científico (muito bem colocado, por sinal). Uma situação interessante que acontece no livro é o desmentimento de uma teoria. No primeiro livro o Dr. Alan Grant sobrevive quando diante da jovem T-Rex ao manter-se imóvel pois, no momento em que o livro era escrito, acreditava-se que tais seres tinham os mesmos reflexos de um sapo, sendo capazes de distinguir da paisagem apenas objetos em movimento. Já no momento em que The Lost World era escrito essa teoria já havia sido desmentida, com isso o personagem George Baselton acabou se tornando refeição de uma ninhada de T-Rex por reagir se mantendo imóvel diante deles.

Minha encomenda de Natal da Livraria Saraiva só chegou no dia 21/01, 38 dias depois da data do pedido, 30 dias depois da data da postagem. Mas esta é uma história para um outro momento. Uma das minhas compras foi Twilight – eu tinha que saber do que se tratava. Posso dizer que não é ruim não. É bem escrito e tem até um sex appealzinho. Tive algumas dificuldades com o vocabulário, algumas descrições da expressão dos personagens continham adjetivos que eu não conhecia; mas nada que atrapalhasse a leitura. O começo do livro pode parecer monótono para alguns – o livro é escrito em primeira pessoa, e a vida da personagem principal é inicialmente ‘tranquila’ – mas acabou sendo a minha parte favorita do livro. Adoro descrições do dia-a-dia das pessoas, mesmo que nada de diferente aconteça na vida delas. Quando o livro dá seu salto para o suspense eu me frustrei um pouco. Tudo bem que alguns problemas surgem nas nossas vidas de supetão, mas eu não gostei da forma com que se deu a transição de Big Brother para 24 horas (tudo bem, a comparação foi extremamente ruim, mas acho que dá pra captar a ideia). O livro também tem uma ótima lição de marketing, um sneak-peak da sequência, e posso dizer que funcionou comigo; New Moon já foi adquirido (e já estou no terceiro capítulo… tudo bem, é algo que chamariam de guilty pleasure, mas fazer o quê?)

Concomitantemente comecei a ler State of Fear, continuando com minha missão pessoal de ler toda a obra de Micheal Crichton. O Al Gore não gostou muito do livro – simplesmente pelo fato de que ele tenta desmentir toda a paranóia do Aquecimento Global. Estou na página 56 (sim, as leituras foram feitas em ritmos diferentes) e já estou quase fazendo uma lista com os nomes dos personagens e qual a importância deles, até o momento, para a trama. Como em Jurassic Park e The Lost World, State of Fear é escrito em cenas. Cenas que, conforme vão acontecendo, vão se ligando e tecendo a história. Com poucas páginas já foi possível perceber que o livro promete. Toda suposição feita pelo autor tem base em pesquisas científicas – há uma longa bibliografia, fontes de dados e um apêndice discutindo o perigo da ciência politizada. Estou entusiasmado.

Se não me engano será lançado em março deste ano um romance póstumo do Crichton. Vamos ver se até lá termino State of Fear.

Também li no final de 2008 meu primeiro livro do Paulo Coelho: “O Livro dos Manuais”. Foi presente de Natal dos meus tios aqui de Curitiba. É uma leitura rápida, não se trata de um romance como o título avisa. É como um compêndio de sugestões, respostas, regrinhas para entendermos melhor a vida e aproveitarmos melhor nossas oportunidades. Gostei das seções: “Estatutos do Século XXI”, “Manual para conservar caminhos” e “Manual para lidar com o tempo”. É uma leitura agradável.

O DVD Les Choristes en concert também integrava a encomenda de Natal. Comprei-o para minha mãe, mas com segundas intenções. Na minha avaliação: ótimo. Ao final do espetáculo, o público passa uns cinco minutos aplaudindo.

Minha leitura de ônibus agora é Breakfast at Tiffany’s. Adquiri a edição de comemoração de 50 anos do livro. Ao contrário do que podem estar pensando, nunca assisti ao filme; tenho apenas uma vaga idéia sobre a história. Pretendo lê-lo antes de vê-lo. É bem curtinho, cento e poucas páginas, com mais três contos ao final do livro: House of Flowers, A Diamond Guitar e A Christmas Memory.

Ontem foi aniversário do meu pai. Fez uma boa idéia!😀 Parabéns pai! Dedicarei um post a um filme importante da infância dele.

Escrevi este post ao som de Keane – Perfect Symmetry. Recomendo. Estou pensando em ir ao show deles em São Paulo mas preciso de companhia. Alguém se habilita?

Esse post foi publicado em day-by-day, Reading material e marcado , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s